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CAPITÃO DO 5º BPM É ASSASSINADO NO PLANALTO URUGUAI

REPORTER MARLON BORGES
por REPORTER MARLON BORGES 05 de setembro de 2026 · 2 min de leitura
CAPITÃO DO 5º BPM É ASSASSINADO NO PLANALTO URUGUAI

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Um oficial da Polícia Militar apontado preliminarmente como capitão Santos foi morto na zona Leste de Teresina e o DHPP assume a investigação. Teresina (PI) – Um capitão do 5º Batalhão da Polícia Militar foi assassinado no bairro Planalto Uruguai, na zona Leste da capital. As primeiras informações do plantão apontam a vítima como capitão Santos, mas a identificação oficial ainda depende de confirmação das equipes no local.

A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência. No terreno, o trabalho imediato é isolar a área, preservar vestígios e impedir que o fluxo de curiosos comprometa a cena. O Instituto de Medicina Legal foi chamado para a remoção do corpo e para os procedimentos periciais. O caso passou ao Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa. Oficiais investigadores do DHPP ficam responsáveis por apurar CIRCUNSTÂNCIAS, AUTORIA E MOTIVAÇÃO do crime. Até agora, o plantão não detalha como o homicídio ocorreu, se houve confronto, quantos disparos foram ouvidos ou se alguém foi preso no entorno.

A morte de um oficial de batalhão em bairro residencial da zona Leste desloca o foco da segurança pública para um ponto sensível. Não é só um homicídio a mais na estatística da cidade. É um crime contra quem deveria representar a linha de contenção do Estado na rua. Por isso a confirmação do nome, da lotação e da dinâmica deixa de ser detalhe burocrático e vira o primeiro teste da apuração. Enquanto o IML conclui a remoção e a perícia registra o local, o que se sabe com segurança é o recorte inicial: um capitão do 5º BPM morto no Planalto Uruguai, identificação ainda preliminar e investigação aberta no DHPP. Qualquer versão sobre mandante, ajuste de contas ou abordagem isolada, neste momento, seria antecipação. O que cabe é o fato bruto e o encargo institucional que ele impõe.

A cidade segue. O inquérito começa. E a pergunta que fica no ar, sem moralismo e sem desvio, é a mesma que a polícia agora precisa responder com prova: quem matou o capitão e por quê.

REPORTER MARLON BORGES
Reportagem por

REPORTER MARLON BORGES

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